top of page

Nova variante da COVID-19 é detectada em mais de 20 países e preocupa autoridades

  • Foto do escritor: Rádio Moratense
    Rádio Moratense
  • 30 de mar.
  • 2 min de leitura

Uma nova variante da COVID-19, conhecida como BA.3.2 e apelidada de “Cicada” (ou popularmente “vírus cica”), já foi identificada em mais de 20 países e vem sendo monitorada por autoridades de saúde em todo o mundo.


De acordo com especialistas, a variante surgiu inicialmente na África em 2024, mas voltou a se espalhar com mais força a partir de 2025, alcançando países da Europa, Estados Unidos, Ásia e Oceania. 


O que chama atenção nessa variante?


A BA.3.2 apresenta um número elevado de mutações — cerca de 70 a 75 alterações na proteína spike, responsável pela entrada do vírus nas células humanas. 


Isso pode facilitar:

• Maior transmissão

• Reinfecções

• Capacidade de escapar parcialmente da imunidade


Especialistas alertam que essa característica pode tornar o vírus mais “adaptável” ao organismo humano.


Situação global

• Já foi detectada em pelo menos 23 países

• Em algumas regiões da Europa, chegou a representar até 30% dos casos 

• Ainda não há confirmação ampla de circulação no Brasil


Apesar da expansão, a variante ainda não é dominante globalmente.


É mais perigosa?


Até o momento, não há evidências de que cause casos mais graves ou aumento de mortes. 


A Organização Mundial da Saúde (OMS) afirma que:

• O risco adicional ainda é considerado baixo

• As vacinas continuam protegendo contra casos graves


Vacinação continua sendo essencial


Mesmo com novas variantes surgindo, a principal forma de proteção ainda é a vacinação. Especialistas reforçam que:

• Vacinas reduzem hospitalizações e mortes

• Doses de reforço são importantes

• Medidas básicas, como higiene e uso de máscara em casos suspeitos, ainda são recomendadas.


Conclusão


A nova variante “cica” da COVID-19 acende um alerta global, principalmente pela sua capacidade de mutação e possível maior transmissão. No entanto, não há motivo para pânico, e sim para atenção e prevenção.


A recomendação segue a mesma: manter a vacinação em dia e acompanhar as orientações das autoridades de saúde.

Comentários


bottom of page